
Marcus Lehto, o diretor de arte por trás da identidade visual de Halo: Combat Evolved, virou crítico do próprio trabalho. Em declarações recentes, ele descreveu a arquitetura do clássico da Bungie como ‘fora de escala, sem nenhum mistério e muito feia’ — palavras duras vindas de quem ajudou a criar a série.
De acordo com o Video Games Chronicle (VGC), que creditou as declarações diretamente a Lehto, o ex-diretor de arte foi explícito ao apontar as limitações do design de ambientes do primeiro Halo. O comentário chama atenção justamente por vir de um dos principais responsáveis pela construção visual de um dos jogos mais influentes dos anos 2000.
Halo: Combat Evolved chegou em 2001 como título de lançamento do Xbox original e ajudou a definir o estilo visual dos shooters em primeira pessoa por anos. A autocrítica de Lehto, portanto, oferece um olhar raro: o do artista que, com distância de mais de duas décadas, consegue enxergar o que não funcionou na própria obra.
Até o momento, Lehto não detalhou publicamente se a crítica se refere a limitações técnicas da época, a decisões criativas que ele mudaria hoje, ou a ambos. O VGC não revelou o contexto exato em que as declarações foram feitas, seja entrevista, rede social ou outro formato, portanto vale acompanhar a fonte para a versão completa.
Declarações de Marcus Lehto conforme reportado pelo Video Games Chronicle (VGC).
